Paulo Gonçalves: "Quero chegar ao Dakar bem preparado"

Paulo Gonçalves

Paulo Gonçalves está de regresso à competição já no mês de agosto com vista a preparar a próxima edição do Dakar. O piloto português da Honda vai marcar presença a próxima edição do Rally Atacama, terceira roda do Campeonato Mundial de Rallys Cross-Country da FIM, que terá lugar no Chile, de 12 a 18 de agosto.

Gonçalves já fez saber que está totalmente recuperado da lesão que o afastou do último Dakar e pronto para regressar à competição. “Agora estou recuperado e a trabalhar duro para as corridas que agendamos para o mês de agosto na América do Sul. O que aconteceu no mês de dezembro de 2017 foi muito difícil. Tinha um bom sentimento para a última edição do Dakar e aquela lesão não deveria ter acontecido. Foi muito difícil para mim e para a equipa. Todos nós sofremos muito, mas sabemos que neste deporto estes acidentes podem acontecer”, sublinhou o piloto português em entrevista ao site da equipa da Honda.

O piloto português sublinhou ainda que o trabalho realizado, após a participação no Abu Dhabi Desert Challenge, prova que marcou o regresso à competição após a lesão, permitiu preparar as provas que estão à porta de uma forma diferente.

“Em março eu estava a apenas a 30% da minha forma física e apesar de todas as dificuldades penso que consegui um bom resultado em Abu Dhabi. Neste momento sinto-me muito bem, confortável e apto para enfrentar as próximas corridas de forma a chegar ao Dakar 2019 bem preparado, melhor do que no ano passado. Esse é o objetivo. Depois do que aconteceu em 2017, não consigo pensar em mais nada. Contudo estou consciente de que não posso cometer erros que comprometam o plano de trabalho que temos para chegar ao Dakar da melhor maneira. Vamos ter de lutar pelas posições de topo no Rally Atacama, mas o importante é encontrar um bom ritmo”, acrescentou Paulo Gonçalves.

Já quanto à próxima edição do Dakar que será totalmente realizada no Peru, o piloto português da Honda lembrou que apesar de ser a primeira vez que o Dakar vai acontecer num único país, não será muito diferente das últimas edições. “Não será por isso que a prova vai ser mais fácil. A areia será o principal adversário, e vamos ter de nos adaptar a essas condições para sofrer o menos possível e sermos competitivos”.

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