Jorge Lorenzo “Eu e o Márquez somos os melhores pilotos do Mundo”

  • Redação Autoportal
Jorge Lorenzo e Marc Márquez (Imagem MotoGP)
Jorge Lorenzo e Marc Márquez (Imagem MotoGP)

Em 2017, Jorge Lorenzo conheceu a sua pior temporada desde que chegou ao Mundial de Velocidade em 2005 e, tendo em vista o que fez nas primeiras três rondas de 2018, bem se pode dizer que o piloto espanhol da Ducati, pode não ter «batido» ainda no fundo.

Para já a única vitória que Lorenzo pode reivindicar é o seu elevado salário, que a Ducati já fez saber que não pode continuar a pagar como até aqui a partir de 2019.

No próximo fim de semana, Jorge Lorenzo vai correr perante o seu publico, no GP de Espanha, em Jerez uma pista onde em 2017 acabou na terceira posição, atrás dos seus compatriotas da Honda, Marc Márquez e Dani Pedrosa.

A verdade é que desde a chegada à Ducati no ano passado, Lorenzo tem tido dificuldade em impor-se e tem sido muitas as criticas pela sua prestação.

No entanto o piloto espanhol não parece preocupado com isso e numa sessão de perguntas aos fãs nas redes sociais da revista espanhola "Esquire", Lorenzo lembrou que que desde a chegada de Marc Márquez ao MotoGP em 2013, apenas o espanhol da Ducati  conseguiu travar o o piloto da Honda: “A verdade é que desde que Márquez ascendeu ao MotoGP, o único piloto que conseguiu vencê-lo fui eu. Nós somos os dois melhores pilotos do mundo. Os críticos são ciumentos. Eles preferem criticar os outros do que enfrenta-los. Se eles usassem todo esse tempo para fazer algo pelas suas vidas, em vez de perder tempo a criticar, então eles encontrariam na sua existência o mesmo sucesso que tem aqueles que eles criticam ".

Já quanto ao elevado salário que aufere na Ducati, o espanhol não esconde que se trata de algo que está relacionado com as leis do mercado e acrescentou que: “É assim em todo o tipo de desportos, tal como na vida em geral. O que recebemos é aquilo que o mercado oferece”,

É certo que Lorenzo quando chegou à equipa de Borgo Panigale, era o único piloto com três títulos em nove anos  de MotoGP, com 39 pole positions e 44 vitórias. Mas desde então, as coisas mudaram. "Se fosse simples com a Ducati, a marca teria mais campeões do Mundo. Não é fácil lutar contra a Honda ou contra a Yamaha, que têm uma enorme experiência nesta categoria, adquirida depois de tantos anos. Mas quando estou na moto, todo mundo sabe o que eu posso fazer ".

 

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