GP de França: caos nos acessos apanha Grosjean e Vettel pelo caminho

  • Redação Autoportal
Romain Grosjean (Lusa)
Romain Grosjean (Lusa)

O Circuito de Paul Ricard está de volta ao Mundial de Fórmula 1 depois de 28 anos de ausência marcando também o regresso do GP de França ao calendário da F1, mas os acessos à pista francesa continuam os de há muito... e são poucos...

O resultado é que as filas de trânsito para chegar a Paul Ricard são enormes e há muita gente que desespera para estar a horas onde quer. E não se está a falar apenas do público nas bancadas para assistir às sessões de treinos que arrancaram nesta sexta-feira... Os pilotos também são afetados por este caos nos acessos e Romain Grosjean e Sebastian Vettel sentiram isso mesmo na sexta-feira.

O piloto francês da Haas confirmou como chegar a Paul Ricard continua difícil...

“Não, não está mais fácil porque os polícias, citando-os, estão a marimbar-se que sejamos pilotos. Estava com o Sebastian Vettel, fomos parados pelos polícias. Fomos parados normalmente. Quisemos seguir não quiseram deixar-nos. Expliquei-lhes que éramos piltos e que sem pilotos não há espetáculo. Foi aí que me responderam de forma gentil: Estamos a marimbarmo-nos.”

Nestas declarações reproduzidas pelo «Motorsport.com», conta como ele e piloto da Ferrari resolveram a situação: “Aceleramos! Eles etavam a pé. É uma pena, é um pouco surpreendente.” “Tínhamos as acreditações á volta do pescoço, os fatos, tínhamos tudo”, lamentou o francês.

Mas os pilotos não foram os únicos. “Nós demorámos duas horas para fazer 15 quilómetros. É ridículo”, afirmou o diretor geral da Force India, com Otmar Szafnauer a contar um episódio extremo.

“Tínhamos um convidado que veio de avião para uma reunião comigo antes de regressar de novo de avião. Ele nunca chegou. Teve de fazer meia volta e voltar ao aeroporto. Telefonou-me e disse-me: Lamento, fiz sete quilómetros em duas horas e meia, o meu voo é às 17 horas. Preciso de fazer meia volta.”

E, além de pilotos e elementos das equipas, há o público. “Eu venho, é o meu trabalho. Mas os fãs escolhem e não vão seguramente escolher vi a um evento onde se demora duas horas e meia para fazer sete quilómetros”, apontou o diretor da Force India.

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