Marc Márquez e Dani Pedrosa em queda livre

Marc Máquez e Dani Pedrosa
Marc Máquez e Dani Pedrosa

Marc Márquez e Dani Pedrosa viveram uma experiência diferente em Madrid, onde apreciaram a sensação de voar no maior túnel de vento da Europa. Os pilotos Honda sentiram o que é flutuar no ar, como se tivessem saltado de um avião sem paraquedas. Mais tarde, explicaram num túnel de vento horizontal, a importância da aerodinâmica em muitos desportos, incluindo o motociclismo.

Numa câmara de 4,6 metros de largura e 17 de altura, graças a quatro potentes motores que geram uma velocidade ajustável atual vertical entre 180 e 300 Km/h, a dupla da Honda libertou-se do “peso” da competição, flutuando como duas penas no ar.

“Foi a minha primeira experiência num túnel de vento vertical e a sensação é completamente única", comentou o tetracampeão MotoGP, Marc Márquez.“Lá dentro, ficamos com a sensação de subir muito depressa", explicou Pedrosa.

A verdade é que a aerodinâmica tem um papel fundamental no MotoGP. As motos atingem altas velocidades e qualquer detalhe que ofereça resistência ao vento pode travar o desempenho das mesmas. Por isso, a Honda tem o seu próprio túnel de vento no Japão (desde os anos 70) e lá, Márquez e Pedrosa trabalham em conjunto com engenheiros da HRC para otimizar parâmetros como a resistência ao vento ou o downforce, índices que afetam tanto a velocidade máxima como as acelerações.

No primeiro treino do ano em Sepang (Malásia), Márquez e Pedrosa foram capazes de testar os últimos desenvolvimentos da Honda a esse respeito, um trabalho que continuará na Tailândia (16 a 18 de fevereiro), nas segundas sessões oficiais de treino da pré-temporada 2018 do MotoGP.

 

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