PêQuêPê (1949-2018) morreu de causas naturais

  • Redação Autoportal
Pedro Queiroz Pereira
Pedro Queiroz Pereira. (Lusa)

A investigação da Polícia Nacional de Espanha ao falecimento do empresário português Pedro Queiroz Pereira foi encerrada depois de a autópsia ter concluído que a morte do PêQuêPê do automobilismo nacional se deveu a causas naturais.

Fonte da Semapa, grupo empresarial de Pedro Queiroz Pereira, disse à Lusa que a autópsia indicou que o empresário teve um ataque cardíaco após o qual caiu das escadas do iate.

O transporte do corpo de PQP para Portugal deverá acontecer nas próximas 12 horas prevendo-se que se realizem ainda na terça-feira o velório e na quarta-feira o funeral, em Lisboa; não estando decidido o local das cerimónias fúnebres, que deverão realizar-se ou na Basílica da Estrela ou no Mosteiro dos Jerónimos.

Acionista maioritário do grupo Semapa, proprietário da Navigator (antiga Portucel), mas também da cimenteira Secil e de negócios na área do ambiente e da energia, Pedro Mendonça de Queiroz Pereira nasceu a 5 de março de 1949. Frequentou o Colégio Militar e o Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, mas deixou os estudos para se dedicar aos negócios.

Mas a paixão pelos carros já lá estava sendo presença habitual em Vila Real, assim como o seu irmão MêQuêPê (Manuel Queiroz Pereira). PQP acompanhou a família quando esta deixou Portugal e se instalou no Brasil, no período que sucedeu ao 25 de Abril, e foi do lado de lá do Atlântico que PQP continuou ao volante, nomeadamente na Fórmula 2 tendo participado em competições onde também estava Ayrton Senna.

Pedro Queiroz Pereira, um dos mais importantes empresários de Portugal e o PêQuêPê do automobilismo português, morreu no sábado à noite, aos 69 anos, em Ibiza, onde passava regularmente férias.

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