McLaren cria escudo «Invencível» para o «cliente X»

Invencible shield (reprodução YouTube da McLaren)
Invencible shield (reprodução YouTube da McLaren)

A McLaren criou um dispositivo a que chamou «Invencible shield» («escudo Invencível») destinado a “proteger os órgãos vitais depois de [uma] cirurgia”. O escudo foi feito como “resposta” a um “desafio de um cliente” – que a empresa britânica chama de «cliente X».

O designado (já em português) Projeto Invencível foi desenvolvido pela McLaren Applied Technologies com este departamento do grupo McLaren a revelar que esta “solução de saúde personalizada” utilizou “materiais que serão usados no carro da próxima temporada de Fórmula 1”.

O escudo Invencível que se coloca no corpo “faz o papel de uma caixa toráxica – protegendo os órgãos vitais incluindo o coração e os pulmões» proporcionando também proteção contra “impactos de baixa intensidade”.

Fabricado com fibras e resina de alta resistência contra os impactos, a estreita proximidade com a F1 (com a participação da McLaren Racing) está na utilização das «fibras Zylon», que compõem as proteções dos carros contra as perfurações, além da fibra de carbono.

“O nosso propósito é inovar nas soluções para os cuidados de saúde que possam ser concebidas para pacientes individuais”, afirmou Adam Hill, o diretor médico da McLAren.

“O fio condutor em todos os nosso projetos são os dados. Usamos os dados para criar uma imagem digital de como o paciente está a comportar-se ou a recuperar e depois criamos soluções, ou no caso do Projeto Invencível, dispositivos para ajudar os nossos utilizadores.”

O projeto envolveu, entre vários outros elementos, engenheiros mecânicos, desenhadores industriais e especialistas em compostos. A análise em 3D do cliente X em conjunto com outras imagens médicas do paciente ajudaram a construir uma imagem detalhada da proteção pretendida. A tecnologia 3D passou depois para a impressão de um produto usável e adaptável à interação com o corpo humano.

Os testes em computador em forma de simulador deram depois lugar aos testes de laboratório onde os carros de F1 da McLaren fazem os «crash-tests».

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