Investigação ao acidente de Sophia Floersch levará semanas

  • Redação Autoportal
Sophia Florsch (Reuters)
Sophia Florsch (Reuters)

O acidente do último domingo no Grande Prémio de Fórmula 3 de Macau, em que cinco pessoas ficaram feridas, “vai levar várias semanas a investigar”, revelou esta quarta-feira Charlie Whiting, diretor de corridas de Fórmula 1 da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

“É muito cedo para tentar estabelecer a causa. Nós sabemos porque a piloto alemã Sophia Floersch perdeu o controlo do carro, mas temos que nos dar a uma análise muito mais cuidada”, revelou Charlie Whiting em declarações à agência France-Presse.

Lançado a mais de 270 km/hora a quase 300 metros de uma curva em ângulo reto, a mais apertada do circuito de Macau, o monolugar de Sophia Floersch bateu na traseira de um outro, que estava a desacelerar inesperadamente, e voou contra uma bancada com repórteres fotográficos e comissários de pista.

“Levará várias semanas para analisar os dados e as imagens do carro o mais cuidadosamente possível para determinar como os dois monolugares se tocaram, as consequências desse acidente, o que se passou e como”, acrescentou Charlie Whiting.

O diretor da Fórmula 1 para a área de segurança acredita que as barreiras, mesmo partidas, diminuíram um pouco o ritmo do carro e a solidez da célula de segurança também protegeu a piloto alemã, de 17 anos, que foi submetida a um enxerto ósseo para reparar uma fratura na coluna vertebral.

O piloto do carro atingido, o japonês Sho Tsuboi, dois repórteres fotográficos e um comissário de pista também ficaram feridos na sequência do despista do monolugar da alemã Sophia Floersch.

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