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Félix da Costa: “Já estivemos mais longe” de ter a Fórmula E em Portugal

Piloto português vai fazer testes na competição norte-americana daqui a duas semanas

António Félix da Costa é o recém-consagrado campeão da Fórmula E e, como português que é, o piloto da DS Techeetah quer o ‘seu’ campeonato a correr no seu país. E, segundo o próprio diz, “já estivemos mais longe” de isso acontecer.

No rescaldo de um ‘road show’ inédito da DS Automobiles que levou Félix da Costa a rodar neste sábado com o DS E-Tense FE20 pelas ruas de Lisboa, o piloto de Cascais incluiu zonas do seu concelho, “como Guincho”, nas propícias à realização de um e-Prix, assim como a capital em algumas partes por onde passou neste sábado, como “a Rua Castilho, o Marquês, Belém...”

Mas, o principal, para o piloto português, é ter a Fórmula E no seu país, seja qual for da região que consiga acolher o campeonato: “Se for em Portugal já fico contente, seja em Lisboa, seja no Porto...”

Campeão de pilotos em título a correr pela equipa campeã, o português da DS Techeetah sabe que o próximo ano vai ainda ser mais competitivo pois assume que são “um alvo a abater”. “Agora temos um alvo grande nas costas, onde as grandes marcas querem acertar”, metaforizou Félix da Costa.

Confiante de que a sua equipa “é a melhor da Fórmula E” e de que “o carro novo será mais potente”, Félix da Costa não olha para trás das costas quando no próximo ano o campeonato de Fórmula E ganha carimbo de Mundial pela FIA. “Quero deixar a minha marca na Fórmula E, bater recordes, ter mais ‘poles’, mais vitórias.”

Nos ‘entretantos’, o piloto português vai ter a sua primeira experiência na IndyCar daqui a cerca de duas semanas e “para já”, é mesmo isso: “Uma experiência.” “Vou abrir uma porta, sou adepto, estou ansioso pelo teste. Pode ser que abra portas e até dê para conciliar” com a Fórmula E”. Mas conciliar com as competições de Resistência “vai ser mais difícil”...

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