“Se eu fosse o patrão da Daimler indicava a porta a Hamilton”

  • Redação Autoportal
  • 17 jan, 20:00
Manuel Luís Goucha e Vasco Palmeirim
Eddie Jordan e Lewis Hamilton (Associated Press)

Eddie Jordan lembra a Hamilton que não é insubstituível

Antigo dono de uma equipa de Fórmula 1, comentador e reconhecida personagem conhecedora dos bastidores do Grande Circo, Eddie Jordan afirmou que se fosse patrão de Lewis Hamilton abria-lhe a porta de saía da Mercedes.

Hamilton e Mercedes são os heptacampeões do mundo e são também os únicos que aina não têm este seu lugar definido quanto á grelha para a época 2021. Com o contrato findo em 2020, o piloto inglês ainda não renovou com a equipa alemã, que continua, assim, apenas com um piloto confirmado e sem chefe de fila.

A renovação tem sido sempre encarada com tranquilidade por ambas as partes, mas enquanto o tempo passa, a assinatura também tarda. Dúvidas quanto à renovação não parecem existir, por enquanto, mas, com o passar do tempo, os argumentos em cima da mesa vão sendo conhecidos e Eddie Jordan disse que, se fosse com ele, a corda partia.

“Aparentemente, as partes não concordam com os termos [do contrato]. O que eu ouvi é que o Lewis quer mais do que a Mercedes está preparada para pagar. Acho que também respeita a participações nas receitas da equipa e um papel influente no grupo Mercedes”, contou Jordan em entrevista ao «F1-Insider» sendo claro no que faria: “Se eu fosse o patrão da Daimler indicava a porta a Hamilton: ou guias segundo os nossos termos ou sais.”

Conhecedor da F1 como poucos, o irlandês utilizou mesmo um exemplo extremo para mostrar o seu ponto e vista: “eu também lhe diria o que Bernie Ecclestone disse depois da morte de Ayrton Senna. Mesmo estando chocado e triste como todos, o Bernie foi o primeiro a recuperar a compostura e disse-nos: ‘Parem de lamentar-se agora: todos são substituíveis.” “O Lewis também devia saber isso agora”, rematou Jordan.

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