MotoGP vai ter combustíveis sustentáveis para serem partilhados com as "pessoas reais"

  • Redação Autoportal
  • 24 nov, 17:04
Miguel Oliveira (imagem MotoGP)
Miguel Oliveira (imagem MotoGP)

Motociclismo de velocidade corre para a mobilidade sustentável a nível global

O MotoGP já tem data para tornar as suas competições nulas em carbono quanto aos combustíveis utilizados pelas motos das várias classes correndo em direção a uma sustentabilidade que será alargada ao utilizador anónimo dos veículos de duas rodas no seu dia a dia.

Com um cenário de 60 milhões de unidades de veículos de duas rodas vendidos por ano contribuindo para um universo de 2,2 mil milhões de motos a rodar nas estradas do mundo, o MotoGP quer “fazer mais” e ter um papel “vital” na contribuição para uma “mobilidade pessoal mais amiga do ambiente” quando também o mundo quer “cortar as emissões de carbono” e “aumentar a sustentabilidade” na “luta contra as alterações climáticas”.

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O MotoGP assume-se como “uma parte chave desta solução” e revelou que está a nascer um laboratório e uma plataforma para “desenvolver combustíveis não fósseis e sustentáveis” que serão “produzidos usando energias renováveis criadas em laboratório ou derivando de resíduos”.

O ano de 2024 é a primeira meta anunciada revelando que o combustível da categoria de MotoGP “utilizará não menos de 40% com origem não fóssil”. Em 2027, acontecerá a generalização e será “100%” assim com o “combustível para todas as classes” do motociclismo de velocidade.

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“Todos os construtores do MotoGP trabalharão em conjunto com os seus fornecedores para criar uma seleção de combustíveis sustentáveis que possam ser utilizados num motor de combustão de produção”, explica o MotoGP frisando que “sem um proprietário individual, a tecnologia chegará às bombas de abastecimento das ruas e às pessoas reais fazendo uma transformação real com um impacto global sem precedentes”.

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