Mercado automóvel caiu 9,1% em outubro

  • Redação Autoportal
Trânsito na A3 (Lusa/José Coelho)
Trânsito na A3 (Lusa/José Coelho)

As vendas de automóveis em Portugal registaram em outubro uma queda de 9,1%, com o mercado de ligeiros de passageiros a cair pelo segundo mês consecutivo, corrigindo o aumento registado no mês de agosto, associado a uma antecipação de compras decorrente da transição para um novo ciclo de ensaios (WLTP), com impacto na medição das emissões de CO2.

Segundo os dados revelados pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), em outubro foram matriculados pelos representantes legais de marca a operar em Portugal 17.816 veículos automóveis, ou seja, menos 9,1 por cento do que em igual mês do ano anterior.

No período de janeiro a outubro de 2018, foram colocados em circulação 232.798 novos veículos, o que representou um crescimento homólogo de 4,7 por cento.

Por categorias e tipos de veículos no mês de outubro foram matriculados em Portugal 13.956 automóveis ligeiros de passageiros novos, ou seja, menos 12,2 por cento do que no mês homólogo do ano anterior. Já nos dez últimos meses de 2018 as matrículas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram 196.652 unidades, o que se traduziu numa variação positiva de 4,9 por cento relativamente a período homólogo do ano passado.    

O mercado de ligeiros de mercadorias registou em outubro de 2018 uma evolução favorável, tendo crescido 3,0 por cento face ao mês homólogo de 2017, situando-se nas 3.244 unidades matriculadas. Em termos acumulados, no período de janeiro a outubro de 2018 foram vendidos 31.486 unidades, o que representou um acréscimo de 3,8 por cento face ao período homólogo do ano anterior.    

Quanto ao mercado de veículos pesados, o qual engloba os tipos de passageiros e de mercadorias, em outubro verificou-se um aumento de 13,2 por cento em relação ao mês homólogo do ano anterior, tendo sido comercializados 616 veículos desta categoria. Nos dez últimos meses de 2018 as matrículas totalizaram 4.660 unidades, o que representou um acréscimo do mercado de 2,3 por cento relativamente ao período homólogo de 2017.

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