Elon Musk arrisca ser destituído da presidência da Tesla

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A autoridade que fiscaliza a Bolsa de Valores dos EUA pediu a um tribunal de Manhattan que Elon Musk seja destituído da presidência da Tesla, a empresa de automóveis elétricos fundada pelo empresário.

A 7 de agosto, Musk anunciava aos mais de 22 milhões de seguidores no Twitter que poderia retirar a Tesla de bolsa por 420 dólares (cerca de 362 euros) por ação – e que já tinha o financiamento garantido.

As ações da empresa fabricante de automóveis subiram de cotação após estas palavras que o regulador da Bolsa norte-americana considera “falsas e enganadoras”. Na queixa apresentada em tribunal, o regulador alega que Musk não discutiu nem confirmou os termos da operação com qualquer instituição financeira.

A 24 de agosto, quando já se sabia da investigação, Musk anunciou que a Tesla, afinal, iria permanecer em bolsa. Posteriormente, as ações da empresa caíram. A autoridade bolsista dos EUA quer que o empresário seja destituído da presidência da Tesla, multado e que devolva eventuais ganhos que tenha obtido. Elon Musk considera a ação injustificada.

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