Seat participa em novo projeto europeu sobre Biometano

  • Redação Autoportal
  • 23 set 2019, 18:43
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Empresa vai testar nos seus veículos o biocombustível obtido a partir de aterros municipais

A Seat anunciou agora que vai participar até 2023 no projeto Life Landfill Biofuel, recentemente aprovado pela Comissão Europeia, que visa a obtenção de gás renovável a partir de aterros municipais.

O objetivo é conseguir uma gestão mais eficiente através da obtenção de Biometano a partir de uma fonte de energia autóctone e abundante, testando nos veículos da Seat o biocombustível obtido a partir de aterros municipais.

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O projeto será desenvolvido em conjunto com outras entidades parceiras durante os próximos quatro anos e tem um orçamento global de 4,6 milhões de euros, dos quais a Comissão Europeia financia 55%.

Andrew Shepherd, diretor de projetos de gás renovável da Seat, destacou que "este projeto permitir-nos-á avançar no desenvolvimento e investigação do Biometano como combustível. O nosso objetivo final é garantir zero emissões de CO2 durante todo o ciclo de vida do veículo".  

Com o objetivo de promover a economia circular, eficiência energética e redução de emissões, a Seat já está a participar no projeto Life Methamorphosis para obter Biometano a partir de resíduos previamente selecionados de uma exploração agrícola na região de Lérida.

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O novo projeto Life Landfill Biofuel é mais um passo, uma vez que a matéria-prima vem diretamente do aterro, sem separação prévia.

Na Europa contam-se quase meio milhão de aterros, pelo que o desenvolvimento e a investigação de mecanismos de exploração para a obtenção de Biometano a partir de resíduos representa uma oportunidade de negócio para transformar os resíduos numa fonte de energia, o que, por sua vez, contribuirá também para reduzir as emissões ambientais.

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Neste sentido, existe um grande potencial na implementação de certificados de origem para a produção de Biometano. Este sistema facilitaria o desenvolvimento da indústria em Espanha, como já o fazem outros países da União Europeia, e a possibilidade de transferir estas certificações entre setores abriria muitas possibilidades para a indústria dos transportes.

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