Sabe qual foi o Porsche mais vendido em Portugal?

  • Redação Autoportal
Porsche (Reuters)
Porsche (Reuters)

A Porsche entregou 256.255 veículos em todo o mundo em 2018 – mais do que nunca, o que representa um crescimento de quatro por cento comparativamente aos resultados do ano anterior.

Em Portugal, as vendas da Porsche também acompanharam a tendência de crescimento global da marca com 737 viaturas comercializadas no ano passado.

Entre os modelos a preferência dos portugueses foi para o Macan com a comercialização de 257 viatura, seguido pelo Panamera com 216 viaturas entregues.

A última geração 911 que terminou justamente no ano transato fechou com 112 unidades comercializadas em Portugal.

Da gama Cayenne foram entregues 112 unidades, enquanto do Porsche 718, passaram a circular nas estradas portuguesas mais 26 Boxster e 24 Cayman.

A nível global o Panamera foi o modelo mais procurado ao registar a maior percentagem de crescimento com uma subida de 38 por cento até às 38.443 entregas, enquanto o 911 alcançou também um crescimento de dois dígitos: apesar do lançamento da nova geração do 911, o número de automóveis desportivos entregues cresceu dez por cento até aos 35.573 veículos.

“Acabámos de festejar a estreia mundial do novo 911, no final do ano, no Salão Automóvel de Los Angeles, e ainda assim o icónico automóvel desportivo conseguiu inspirar mais clientes em 2018 do que ano anterior”, afirmou Detlev von Platen, Membro do Conselho Executivo responsável pelas vendas e marketing na Porsche AG.

Outro dos modelos de maior sucesso de vendas foi o  Macan com 86.031 veículos vendidos, logo seguido pelo Cayenne com 71.458 entregas.

O mercado chinês assegurou a pole position nas vendas, mais uma vez, em 2018. O crescimento deste mercado atingiu os doze por cento num total de 80.108 unidades. Em segundo lugar surge os EUA, com um crescimento de três por cento até 57.202 veículos.

Já as entregas na Europa ficaram ligeiramente abaixo dos resultados obtidos no ano anterior, o que segundo a Porsche é explicado pela “mudança para o novo ciclo WLTP e para os filtros de gasolina na Europa significou que enfrentámos desafios significativos no quarto trimestre de 2018, os quais continuarão a ser sentidos na primeira metade de 2019. Adicionalmente, deixámos de oferecer modelos com motores Diesel em fevereiro de 2018”.

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