Opel Mokka abre uma nova era e o primeiro contacto na estrada promete

Primeiro contacto com o novo B-SUV da Opel foi feito com o 1.2 a gasolina e o eletrico Mokka-e

O novo Opel Mokka representa uma nova era na marca alemã com a introdução de um arrojado design tanto exterior como interior na geração deste B-SUV que chegou em março com as versões térmicas e 100% elétrica em simultâneo.

Num primeiro contacto breve que já tivemos oportunidade de ter quer com uma das versões a gasolina quer com o elétrico Mokka-e pudemos apreciar algumas das características comuns à gama bem como de outras específicas a cada motorização.

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O saldo dos primeiros quilómetros feitos depois do primeiro contacto visual já tido é promissor.

Os veículos experimentados nos ‘test drive’ foram o Opel Mokka 1.2 GS Line com a potência de 130 cv e a caixa de velocidades automática de 8 velocidades (27.600 euros) e o Mokka-e Ultimate (42.100 euros).

O atrativo ar robusto já assinalado que o Mokka recebeu nesta nova geração – que introduz a frente Opel Vizor – abre espaço a um também interior inovador em que o novo Pure Panel centra as atenções do cockpit e convida a uma utilização fácil.

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Com os botões e os atalhos essenciais para servir um condutor em cuja direção este conjunto de ecrãs e comandos digitais ‘se viram’, o novo Mokka não se desprende da sobriedade da marca, mas eleva-a um plano novo.

Se o costume passa a ser este, a Opel fica muito bem servida; ainda mais porque o conceito é versátil consoante o nível de equipamento. O GS Line assume-se mais ‘dinâmico’ pela vivacidade das cores; o Ultimate apresenta-se mais ‘refinado’ na sua discrição e em alguns materiais como o veludo.

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Equipamentos à parte, a plataforma CMP do novo Mokka é, como diz a sua designação, comum na sua modularidade às várias versões; e, seja esta qual for, a posição de condução que este crossover proporciona é muito agravável (e fácil de definir) pela sensação de ‘descida’ no plano mais elevado para que somos levados quando entramos.

Sem reparos na precisão da direção (com dois níveis de rigidez entre o Sport e o Normal) e com elogios ao comportamento do chassi à estabilidade em curva, o Mokka-e ganha argumentos de desempenho com a sua maior potência (100 kW – 136 cv) e, sobretudo, com o seu binário (260 Nm) imediato.

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Beneficiando de uma boa construção imune a sons parasitas ou vibrações incómodas, o Mokka-e alarga o seu espectro entre a condução poupada e a mais apressada oferecendo um modo B de maior recuperação de energia nas desacelerações e travagens que se estando até ao programa Sport.

A escolha do programa de condução tem notória equivalência com o desempenho disponibilizado e o peso no acelerador não correspondido significa limites de potência para os 80 kW e de binário para os 220 Nm no Normal e para os 60 kW e os 180 Nm no Eco. O que se perde em força ganha-se em (sentida) regeneração com o Mokka-e a permitir-nos fazer percursos sem perder autonomia energética.

O interesse nos consumos é também promissor no 1.2 a gasolina, mas, aqui, o barulho do 3 cilindros turbo já se faz ouvir lá dentro, claro está. Aqui, a diferença de programas de condução também se faz sentir e o Eco deixa o comportamento já menos potente desta versão bem ‘calma’ em favor da poupança.

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A suavidade da caixa velocidades AT8 poderá ser então afrontada quando se quiser recuperar andamento perdido. O campo do maior ‘nervo’ é aberto não só num programa menos restritivo de desempenho, mas também em modo M (manual) recorrendo às as patilhas no volante. E, também, aqui, a maior sensibilidade dos travões na versão a gasolina mostrou a sua utilidade.

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Numa condução que cruza o agradável com o seguro, o novo Opel Mokka inclui vários outros argumentos que vão da conceção do Pure Panel com uma pala para evitar reflexos indesejáveis no painel de instrumentos a alguns assistentes exemplares como o de manutenção na faixa de rodagem.

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