Mustang Mach-E em homenagem a mulheres pilotos da Força Aérea Americana

  • Redação Autoportal
  • 29 jul, 10:07

A Ford criou uma versão única do seu Mustang Mach-E, com o objetivo de homenagear as mulheres pilotos da Segunda Guerra Mundial

Repetindo o que já tem feito em anos anteriores, a Ford acaba de criar uma versão única do seu novo Mustang elétrico, o Mach-E, com o objetivo de prestar homenagem às mulheres pilotos da Força Aérea Feminina, que prestaram serviço na Segunda Guerra Mundial.

O objetivo é angariar fundos que vão apoiar a iniciativa da EAA (Experimental Aircraft Association), focada em proporcionar às jovens mulheres e a todos os jovens carenciados um melhor acesso para quem deseje criar uma carreira na indústria da aviação, sendo que este Mustang será leiloado no próximo espetáculo aéreo AirVenture de 2021, em Oshkosh, no Wisconsin.

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Quanto ao Ford Mustang Mach-E, trata-se de um modelo que recebeu uma decoração especifica, inspirado nas mulheres piloto voluntárias, mas também nos aviões que pilotaram durante a Segunda Guerra Mundial. Inclui o emblema militar e os logos específicos incluem a estrela da U.S. Army Air Force em ambos os lados, o símbolo das asas no capot e nos para-lamas e o número 38 na secção dianteira, no para-choques traseiro e no habitáculo, homenageando assim as 38 pilotos voluntárias que perderam a vida ao serviço do seu país.

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A Ford tem apoiado a AirVenture há mais de duas décadas e já personalizou um total de 12 veículos nesta mesma temática, que se traduziram num total de mais de quatro milhões de dólares angariados. Entre estes, destaque para o Mustang GT “Old Crow” de 2019, para o Mustang “Eagle Squadron de 2018, para o Mustang “Ole Yeller” de 2016 e para o Mustang “Apollo Edition” de 2015.

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Como curiosidade, podemos ainda referir que as Mulheres Pilotos de serviço da Força Aérea, foram um grupo de pilotos voluntários americanos, que foram encarregues de transportar aviões de guerra para bases do exército dos EUA em todo o mundo, para que estes pudessem ser utilizados em combate. Apesar do seu sacrifício, as mulheres pilotos que aqui estão a ser homenageadas, não foram reconhecidas como pessoal militar ativo até ao ano de 1977, uma vez que só nesta altura é que receberam o estatuto militar retroativo.

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